Adelino relembra virada histórica e diz que “não tem nada ganho”

Começar uma partida de mata-mata precisando reverter o placar adverso de 3 a 0 não é tarefa fácil. Mas também não é impossível. Isso porque na história do Treze já ficou mais do que comprovado que o que hoje parece decidido pode mudar dentro de 90 minutos de jogo. Em 2005, na campanha histórica do Galo na Copa do Brasil, um jogo especificamente teve um destaque a mais. O time que enfrentou a equipe do Ulbra-RS na primeira fase da competição sofreu uma derrota no mesmo placar aplicado pelo Ferroviário na partida de ida da final da Série D do Campeonato Brasileiro deste ano. Em 2005, em terras paraibanas, o time conseguiu reverter a vantagem e ainda avançou de fase.

De desacreditados a heróis, o elenco venceu o segundo jogo pelo placar de 5 a 0, no Estádio Amigão, e seguiu escrevendo história na competição. A equipe só foi eliminada na fase de quartas de final quando enfrentou o Fluminense e perdeu nos pênaltis. O atacante Adelino, um dos ídolos recentes do Treze, que marcou dois dos cinco gols na partida, relembra o feito e espera que ele se repita em 2018. Desta vez, valendo título da quarta divisão da Série D.

– A gente saiu de lá arrasado. Perder de 3 a 0 a gente não esperava. Mas eu lembro que no jogo da volta aqui na quarta-feira, a gente se reuniu no túnel antes para subir para partida e Maurício Simões (técnico da equipe) falou “olha, a gente precisa vencer essa partida para que esse torcedor que veio não sair decepcionado. Ganhar de pelo menos 1 a 0”. Eu até brinquei e disse “pelo menos dois eu faço, não sei vocês”. E acabou que a gente conseguiu vencer por 5 a 0 e eu marquei os dois que tinha prometido – relembrou Adelino, atacante de destaque na campanha.

Além de relembrar o feito, o atacante que caiu nas graças da torcida e tem o nome escrito na história do Treze, mandou uma mensagem de apoio para o elenco galista.

 

Globoesporte/pb

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