Pai faz apelo para tratamento de filha que tem problema psiquiátrico no Sertão

O senhor Rivaldo de Medeiros (foto ao lado da sua esposa e da filha de 1 ano), residente no Bairro Jatobá, em Patos, está vivendo dias de tormento devido aos problemas psiquiátricos que acomete a sua filha D.V.M, 17 anos. A garota quando surta fica agressiva e já atentou contra a vida da outra filha de apenas um ano de idade do senhor Rivaldo.

Os problemas psicológicos de D.V.M tiveram início no final de dezembro de 2015, no entanto, se agravaram, pois a garota deixou de fazer uso dos medicamentos e agora os surtos psicóticos voltaram com mais intensidade sendo necessário o auxílio de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para sedar a garota, força policial para contê-la, além de consultas através do Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS-I).

Ocorre que nos últimos dias, a adolescente, que já fez uso de maconha anteriormente, está impulsiva e tem quebrado objetos dentro da residência da família, some sem deixar vestígios e causa insegurança própria, pois alguns indivíduos tem se aproveitado da fragilidade e estágios de inconsciência dela.

O senhor Rivaldo de Medeiros é pedreiro e desde os surtos da filha não tem trabalhado, pois teme pela segurança dos demais membros da família e até da própria garota. As autoridades já relataram que a responsabilidade é do pai da adolescente. Antes D.V.M vivia com a sua mãe, que é ex esposa de Rivaldo, em São Paulo, porém a mãe abandonou a garota que agora passou a ser cuidada pelo pai que já está casado e formou outra família.

Rivaldo de Medeiros está em busca de uma internação para a garota que voltou a fazer uso dos medicamentos psicotrópicos, mas estes já não atende a necessidade da filha que se tornou resistente aos atuais medicamentos.

Em contato com Josilene Araújo, mais conhecida por Pretinha, coordenadora do CAPS-I, a reportagem foi informada que a jovem está sendo atendida pelo órgão, porém dada a gravidade se busca uma vaga para internação no Hospital Maia, em Campina Grande, até que a garota volte ao convívio social. Ocorre que desde segunda-feira, dia 01, se tenta uma vaga, mas até o momento não surgiu.

 

 

 

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

COMPARTILHAR