São Paulo precisa de mais fôlego e bola no chão

O São Paulo, obviamente, não é líder do Campeonato Brasileiro à toa. O topo foi alcançado por uma equipe firme, de atitude e personalidade raras nas temporadas anteriores, aspectos vindos na bagagem de jogadores rodados. Há também uma estratégia, assumida pelo técnico Diego Aguirre, muito bem executada até aqui: o contra-ataque rápido, orquestrado, eficiente, respaldado por três zagueiros em frequente alto nível: Arboleda, Bruno Alves e Anderson Martins.

Os três pontos conquistados no último domingo reforçaram a consolidação de uma identidade, um estilo, algo que o clube buscava há tempos e conseguiu com o uruguaio. A ponto de novos atletas entrarem e não comprometerem o funcionamento coletivo, casos do atacante equatoriano Rojas e do jovem volante Luan Santos – no domingo passado –, por exemplo.

O Morumbi também viu brilhar novamente Everton, melhor jogador do São Paulo neste campeonato. Contratação precisa da diretoria, o meia-atacante participa de uma infinidade de lances decisivos. Jogador grande, solidário, de uma prateleira que faz diferença.

Globoesporte.com

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